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NSA libera novos documentos sobre o comportamento humano diante de fenômenos estranhos

Arquivos detalham como militares e outros agentes governamentais atuam diante de acontecimentos que não conseguem explicar

Diante de solicitações feitas via Lei de Liberdade de Informações (FOIA) a Agência Nacional de Segurança (NSA) liberou um documento que analisa como os seres humanos reagem diante de acontecimentos surpreendentes que não podem ser explicados. O documento foi anteriormente liberado de forma censurada, e agora divulgado na íntegra, e a agência explicou que isso se deveu ao processo de revisão obrigatório antes da liberação.

O documento foi escrito em 1979 por um funcionário não identificado, e descreve como a resposta humana a fenômenos incomuns pode comprometer, conforme uma perspectiva militar, uma análise realista dos acontecimentos. Um exemplo mencionado no arquivo é de um técnico da Força Aérea Norte-Americana que observava tráfego aéreo sobre o bloco dos países satélites da União Soviética. Um dos países informou a presença de um alvo incomum no radar, descri…
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Este novo método pode ajudar cientistas a catalogar cada célula humana

Células são todas bem diferentes. Até mesmo duas parecidas, que devem trabalhar em conjunto no mesmo tecido, podem ter características e produzir proteínas diferentes. Então como saber qual é qual?

Saber classificar diversas células de forma rápida e eficiente é uma tarefa difícil, e métodos criados anteriormente exigem a necessidade de avaliar uma célula por vez, de acordo com um comunicado da Universidade de Washington. Mas uma equipe de pesquisadores da universidade desenvolveu um método para determinar de forma rápida e barata diferenças sutis entre diferentes tipos de célula em um organismo. Eles apenas testaram o método em minhocas, mas um dia ele pode vir a ser usado em amostras maiores.

Os pesquisadores acreditam, por exemplo, que cientistas poderão usar este método para criar um atlas “para definir o estado molecular de cada célula durante o ciclo de vida do C. elegans,” de acordo com a pesquisa publicada hoje na Science. Mas, dimensionando o processo, outros organismos – c…

Cientistas demonstram a capacidade do nosso cérebro de aprender enquanto dormimos

Durante a fase de sono REM, cérebro é capaz de assimular novas informações, diz pesquisa (GETTY IMAGES)

O sono é uma importante forma de repor nossas energias, mas qual papel ele tem em incorporar novas informações ao nosso cérebro?

Segundo um estudo publicado nesta semana pelo periódico científico Nature Communications, o cérebro é capaz de aprender novos dados, mas apenas durante a fase de sono REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês).

Para avaliar essa habilidade, o pesquisador Thomas Andrillon, da universidade parisiense PSL, monitorou o sono de 20 pessoas, que escutaram uma série de padrões de sons mesclados com ruídos brancos (sinal sonoro que contém todas as frequências na mesma potência, como o som do ar-condicionado ou da TV fora do ar) enquanto estavam acordados e, depois, enquanto dormiam.

Na manhã seguinte ao experimento, Andrillon e sua equipe pediram aos participantes que identificassem os padrões de sons a que haviam sido submetidos. Os que memorizaram melh…

Astrobiologia: estudando a vida no Universo

Tema: Astrobiologia: estudando a vida no Universo

Data: 21/03/2017
Palestrante: Prof. Dr. Douglas Galante
Instituição: Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS)

Resumo:
Uma das perguntas mais antigas que a humanidade se faz é "Estamos sozinhos no Universo?". Na tentativa de responder a essa e outras questões extremamente complexas da natureza, como a origem da vida, foi criado um novo campo de pesquisa, a Astrobiologia, a qual reúne pesquisadores de diferentes áreas, trabalhando em colaboração.
Os cientistas, atuando como exploradores modernos, vasculham a vida em nosso planeta, desde as profundezas oceânicas até o alto das montanhas, procurando entender como ela surgiu, evoluiu e, em muitos casos, extinguiu-se, com o passar dos bilhões de anos de história da Terra. E hoje, esse esforço se estende para além da Terra, para os planetas e luas do Sistema Solar e mesmo para planetas muito distantes, orbitando outras estrelas de nossa Galáxia. Talvez consigamos encontrar indí…

Sapiens compartilhou a Terra com outras espécies humanas no passado recente, diz antropólogo

POR SALVADOR NOGUEIRA

Apenas 30 mil anos atrás — um piscar de olhos do ponto de vista evolutivo –, falar em espécie humana imediatamente traria uma outra pergunta: qual das espécies humanas? De acordo com o antropólogo evolutivo Walter Neves, da Universidade de São Paulo, a situação atual, em que só há um tipo de humano no planeta inteiro, o Homo sapiens, é um ponto completamente fora da curva na nossa linhagem evolutiva.

“Esse negócio de ter só uma espécie [humana] no planeta — nós, infelizmente — é de 30 mil anos para cá”, disse Neves ao Mensageiro Sideral. “É uma exceção absoluta à evolução da linhagem humana. Há 30 mil anos — só 30 mil, não é nada — nós tínhamos no planeta: Homo sapiens, Homo neanderthalensis, Homo erectus, denisovanos, Homo floresiensis e talvez algum resquício de Homo heidelbergensis. Então, essa coisa de ter só uma espécie humana no planeta no mesmo momento é uma exceção.”

Todas essas espécies humanas do passado tiveram grande sucesso evolutivo, e algumas dela…

LHC detecta luz desviando luz

Diagrama ilustrando a interação luz pela luz e a equivalente aproximação dos fótons. [Imagem: ATLAS Collaboration]

Luz que desvia luz

A Colaboração ATLAS, uma equipe internacional responsável por um dos quatro grandes detectores do LHC, anunciou ter detectado pela primeira vez uma interferência na luz gerada pela própria luz.

O fenômeno consiste em um fóton, que não tem massa detectável, chocando-se com outro, ocasionando um desvio na trajetória de ambos.

Embora prevista pela teoria quântica, a dispersão da luz pela luz nunca havia sido observada.

"Este resultado é um marco: é a primeira evidência direta da luz interagindo consigo mesma em altas energias. Este fenômeno é impossível nas teorias clássicas do eletromagnetismo; consequentemente, esse resultado fornece um teste sensível para a nossa compreensão da teoria quântica do eletromagnetismo," disse o físico Dan Tovey.

Dispersão luz-luz

O fenômeno foi visto conforme "pacotes" de íons de chumbo são acelerados ao…

Por que a NASA lançará grandes balões com bactérias durante o eclipse

O eclipse solar que acontecerá na próxima segunda-feira vai oferecer para muita gente uma belíssima vista. Quando a Lua bloquear completamente a visão do Sol, o fenômeno será visível por até 160 segundos de qualquer localidade na América do Norte (o eclipse parcial poderá ser visto em locais da África, Europa e ao norte da América do Sul, incluindo trechos do Brasil, segundo a BBC). E para tornar as coisas ainda mais legais, a NASA – em colaboração com pesquisadores da Universidade Estadual de Montana – vai aproveitar a oportunidade para lançar alguns balões gigantes durante o evento.

Os cientistas não estão enviando esses balões porque eles estão muito entusiasmados com o eclipse, embora eles também estejam (provavelmente). Os enormes balões são parte de um projeto chamado “Eclipse Ballooning Project“, e será utilizado para realizar diversos experimentos, um deles que pode ajudar os pesquisadores no preparo para a missão para Marte.

Da frota total de praticamente 75 balões, mais de …